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Coluna 'Claro & Escuro': ranking coloca a Arena da Amazônia em má situação

Confira as notas da Coluna Claro & Escuro, deste domingo, 9 de abril, do DIÁRIO DO AMAZONAS

domingo 9 de abril de 2017 - 7:15 AM

Da Redação / portal@d24am.com

Manaus - Pior público e o menos utilizado. É assim que a Arena da Amazônia, em Manaus, é apresentada em ranking publicado pelo jornal O Globo, com a pior média de público entre os 12 estádios construídos no Brasil para a Copa de 2014, com um número inferior a cinco mil pagantes por jogo oficial, em 2017. A Arena está entre os poucos elefantes brancos e outros tantos vazios, há  exatos mil dias depois da competição, com  uma média de público inferior a cinco mil pagantes por jogo.  Ao todo, os campos que receberam as melhores seleções do mundo abriram seus portões para jogos de futebol 135 vezes, este ano. Em média, pouco mais de sete mil torcedores pagaram ingresso para ver. Ao todo, o custo da construção das seis arenas, somado, é de mais de R$ 4 bilhões. Junto com a Arena da Amazônia, que tem a pior média de público entre os 12 estádios, o Maracanã é o palco construído para a Copa que recebeu menos jogos, em 2017. “Os estádios da Copa vão transformar o futebol local nessas cidades” — disse, à época das obras, o então Ministro dos Esportes Aldo Rebelo.

 

Rádio criada para combater o comunismo na amazônia faz 40 anos


Foto: EBC

 

A Rádio Nacional da Amazônia iniciou a comemoração de seus 40 anos de atividade , que completará  em 1º de setembro.  A emissora foi criada pelo governo militar dentro da chamada Doutrina de Segurança Nacional. O seu objetivo era impedir que a população amazônica continuasse ouvindo apenas o som das rádios dos países comunistas, que fugiam à censura, dentre elas: Rádio Havana, de Cuba; Rádio Moscou, da União Soviética e Rádio Tirana, da Albânia.

 

Mais  propaganda

A Secretaria de Estado de Comunicação aditivou em mais R$ R$ 1,7 milhão o contrato com a 1001 Filmes para serviço de vídeo-release de propaganda do governo.

 

Ginástica federal

Em Termo de cooperação, a Secretaria Municipal de Educação vai ceder um servidor para dar aulas de ginástica laboral  na  Polícia Federal, em Manaus.

 

Igrejas no governo

O ex-superintendente da Suframa, Gustavo Igrejas, servidor de carreira da instituição, foi nomeado secretário executivo da Secretaria de Estado de Planejamento.

 

Energia na berlinda

Dia 11 de abril, o Ministério Público do Estado realizará  audiência pública sobre os problemas do setor elétrico do Amazonas.

 

Novo Estado

A Comissão de Integração Nacional e da Amazônia aprovou  plebiscito  para  criação de um Estado  com  18 municípios goianos, em volta do Distrito Federal.

 

Reforma da Previdência

 O presidente Michel Temer afirma que o governo cedeu ao Congresso até onde podia na reforma da Previdência.

 

Novo servidor no TCE 1

O Tribunal de Contas do Estado (TCE) requisitou para seus quadros Aluizio Barbosa Ferreira, dos quadros e ex-presidente da Companhia de Desenvolvimento do Estado (Ciama).

 

Novo servidor no TCE 2

O processo de cessão do novo servidor prevê que o TCE assuma  os ônus de hipotéticas, verbas indenizatórias, e  despesas de diárias, passagens, hospedagem, transporte e alimentação.

 

Mutirão na Justiça 1

A Justiça Federal no Amazonas, em parceria com a Caixa Econômica Federal, realizou  mutirão de conciliação em 29 processos de dano moral em que foram celebrados 69% de acordos.

 

Mutirão na Justiça 2

Nos dias 11 e 18 de abril, serão  realizados mais dois mutirões em processos de dano moral, nos quais a Caixa Econômica e os Correios já apresentaram possibilidade de acordo com as outras partes.

 

Em delação, Eike vai dizer que deu propina a Lula

O empresário Eike Batista já entregou ao Ministério Público  um breve resumo do que pretende delatar. No tópico mais explosivo, cita o pagamento de 2,5 milhões de reais como propina ao ex-presidente Lula, em troca de facilidades junto à Sete Brasil, segundo a coluna Radar, da revista Veja.

 

Juiz federal: ‘Os brasileiros devem se envergonhar’

O juiz federal Friedmann  Wendpap, que mandou bloquear quase meio bilhão de reais do PP e de dez políticos da sigla, disse que “trata-se de um dos maiores esquemas de corrupção desmantelado na história, do qual os cidadãos brasileiros, no mínimo, devem se envergonhar”.

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